Ela sempre com aquele belo e contagiante sorriso, tem a reciprocidade das crianças inocentes e dos demais não tão puros...
Tem um andar peculiar, olha para todos os lados sempre...como se todos a sua volta fossem cuidadosamentes observados.
Senta com a mesma pose... alguns a acusam de egocêntrica, mas ela nem sabe, e se soubesse não faria menor diferença, provavelmente soltaria aquela gostosa gargalhada.
As vezes encara, e mesmo sem pretensão, assusta. Tem um olhar tão profundo quanto cativo.
Se destaca entre todos, e não o faz por querer. Talvez seja característica do signo, talvez seja um grito de socorro, talvez é o tal ego mesmo.
É sim querida por muitos.
E querer bem aos outros também é comum nessa moça.
Ela tenta as vezes se encontrar, mas a procura seguida da frustração é comum.
Já experimentou todas as formas de amor, ódio, ternura, raiva, complacência, desprezo.
Encontrou o desespero
e a sensação que camufla tudo o que transmite: a de não pertencer a lugar nenhum.
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