Verde e amarelo la fora,
e aqui dentro uma cor estranha.
As festas, os gritos, a bagunça, as crianças,
tudo, quer contrariar meu estado de espírito.
Continua verde e amarelo la fora,
e aqui a mesma cor estranha...
o ponteiro do relógio gira em
câmera lenta.
Tenho pressa, mas não sei pra que.
Tenho medos que não sei o porquê.
Vontades que me dão raiva.
E sentimentos que se anulam.
Sem refúgio, sem fuga,
Essa tortura tem se tornado constante,
Lá fora continua tudo verde e amarelo
E aqui ta tudo cinza!
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